Placas Mercosul: quanto custa, onde comprar, é obrigatório?

Nicholas Rodrigues
October 2, 2024

Nos últimos anos, os países que compõem o Mercosul têm se esforçado para melhorar a integração regional, e um dos avanços mais visíveis desse processo é a padronização das placas de veículos. As placas Mercosul, adotadas oficialmente no Brasil a partir de 2020, são o novo padrão veicular, trazendo diversas mudanças em relação ao modelo anterior.

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Esse novo formato não é apenas uma atualização estética; ele visa aprimorar a segurança, facilitar a fiscalização e melhorar o controle de veículos entre os países do bloco econômico, que inclui Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. 

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Embora a implementação tenha gerado debates e ajustes ao longo do tempo, as placas Mercosul vieram para ficar, tornando-se obrigatórias em diversas situações, como em veículos novos, transferências de propriedade ou mudança de município.

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Neste artigo, vamos explorar o que são as placas Mercosul, suas diferenças em relação ao modelo antigo, os benefícios e desafios que elas trazem, e tudo o que você precisa saber sobre a troca e uso do novo padrão. Se você tem dúvidas sobre a obrigatoriedade, o custo ou até mesmo como identificar placas falsificadas, continue lendo para se informar sobre o impacto dessa mudança no seu dia a dia como motorista.

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Quais as diferenças entre as placas antigas e as placas Mercosul?

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Com a adoção das placas Mercosul, diversas mudanças foram implementadas em comparação ao modelo anterior utilizado no Brasil. Essas mudanças abrangem tanto o aspecto visual quanto funcional, refletindo o esforço de padronização e maior segurança entre os países do Mercosul. 

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O modelo anterior de placas brasileiras apresentava três letras seguidas de quatro números (ex: ABC-1234). Além disso, as cores das placas variavam de acordo com a categoria do veículo. As placas de veículos particulares eram brancas com caracteres pretos, enquanto veículos comerciais ou oficiais possuíam cores distintas, como vermelho ou azul.

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O novo padrão Mercosul introduziu uma mudança no formato de identificação, que agora combina quatro letras e três números (ex: ABC1D23). A disposição dos caracteres é aleatória, permitindo uma maior quantidade de combinações possíveis. As novas placas também apresentam uma borda azul na parte superior, onde estão localizados o nome e a bandeira do país de origem (no caso do Brasil, a bandeira nacional e o nome "Brasil").

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O novo modelo mantém a cor de fundo branca para todas as placas, mas a diferenciação entre os tipos de veículos é feita pela cor dos caracteres. Por exemplo, veículos particulares possuem letras e números em preto, enquanto veículos comerciais têm caracteres em vermelho. Veículos de aluguel, oficiais e diplomáticos também seguem uma paleta de cores padronizada para os caracteres.

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As placas antigas não possuíam elementos de segurança integrados, o que facilitava falsificações e dificultava o rastreamento dos veículos. Um dos maiores avanços das placas Mercosul é a inclusão de novos elementos de segurança. 

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Cada placa possui um QR Code, que armazena dados importantes sobre o veículo e pode ser lido por dispositivos móveis para verificar sua autenticidade. Além disso, o padrão inclui uma marca d'água do Mercosul e outros elementos que dificultam falsificações.

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O tamanho das placas antigas seguia um padrão fixo, mas variava para motos e carros. As medidas tradicionais, apesar de funcionais, não seguiam um padrão comum a outros países. As novas placas mantêm o tamanho padrão, mas agora seguem uma padronização internacional comum aos países do Mercosul, facilitando o reconhecimento e intercâmbio de informações entre fronteiras. O design foi pensado para se alinhar com normas de outros países do bloco.

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Funcionalidade: rastreabilidade e fiscalização

As placas anteriores não possuíam tecnologias que facilitassem o rastreamento veicular. A fiscalização era feita majoritariamente com base em checagens visuais e manuais.

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O novo padrão traz maior integração tecnológica. O QR Code permite que as autoridades acessem rapidamente informações detalhadas do veículo, incluindo seu histórico e dados cadastrais. Isso melhora a eficiência das fiscalizações, combate fraudes e facilita o controle em casos de roubo ou clonagem de veículos.

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Quando é obrigatório trocar para as Placas Mercosul?

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A adoção do novo padrão, que começou a ser implementado em 2020, trouxe mudanças nas regras para veículos novos e antigos, mas nem todos os condutores precisam fazer a troca de imediato. A seguir, explicamos as situações em que a troca é obrigatória e os casos em que a mudança não é necessária.

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Compra de veículo novo

Quando um veículo zero quilômetro é adquirido, a primeira emplacação já deve ser feita utilizando o modelo Mercosul. Isso vale para todos os tipos de veículos, sejam carros, motos, caminhões ou reboques. A troca é obrigatória também para veículos importados, mesmo que usados, no momento da regularização da documentação no Brasil.

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Transferência de propriedade (compra e venda de usados)

Ao comprar um veículo usado, a troca de proprietário no documento exige a substituição da placa antiga pela placa Mercosul. Isso ocorre independentemente de o veículo estar em perfeito estado ou se já possui uma placa do modelo anterior. Assim, ao realizar a transferência de propriedade no Detran, o novo proprietário precisará fazer a mudança para o padrão Mercosul.

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Mudança de município ou Estado

Se o proprietário de um veículo mudar de município ou estado, é necessário realizar a transferência de registro no Detran, e, nesse processo, será exigida a troca da placa antiga pela Mercosul. Mesmo que o veículo já esteja registrado dentro do mesmo estado, mas mude de cidade, a troca será obrigatória.

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Troca por perda, furto ou danos na placa

Em caso de perda, furto, roubo ou danos que tornem a placa ilegível, o proprietário deve providenciar a substituição. Nesse cenário, a placa será substituída pelo modelo Mercosul, mesmo que o veículo ainda utilize a placa antiga. Além disso, se houver necessidade de substituição de uma placa anterior que foi danificada, o novo padrão será automaticamente adotado.

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Troca voluntária

Embora não seja obrigatória, muitos condutores optam por trocar voluntariamente para a placa Mercosul, seja por preferência estética ou para evitar futuras exigências em caso de venda ou mudança de município. Nesse caso, a troca pode ser feita por meio de um pedido formal ao Detran, seguindo o procedimento padrão de emplacamento.

Como fazer a troca para as Placas Mercosul?

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Trocar a placa de um veículo pelo novo padrão Mercosul é um processo simples, que requer o cumprimento de uma série de etapas burocráticas. O procedimento é realizado pelo Detran de cada estado, com o apoio de empresas credenciadas para fabricar e instalar as placas. 

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O primeiro passo é fazer o agendamento do serviço no site do Detran do seu estado ou indo pessoalmente a uma unidade de atendimento. Alguns estados permitem que o agendamento seja feito totalmente online.

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Escolha a opção de primeiro emplacamento (para veículos novos) ou troca de placa (para veículos usados). Ao realizar a solicitação, você será direcionado para gerar as guias de pagamento de taxas, que variam de acordo com o estado e o tipo de serviço.

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Documentos necessários

Para dar andamento ao processo de troca da placa, você precisará apresentar os seguintes documentos:

  • Documento de Identidade e CPF do Proprietário: Pode ser RG ou CNH.
  • Comprovante de Residência Atualizado: Emitido nos últimos 90 dias.
  • CRV (Certificado de Registro de Veículo) ou CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo): Documento que comprova a propriedade do veículo.
  • Comprovante de Pagamento das Taxas: As taxas incluem o custo da fabricação e instalação da nova placa, além de outras possíveis tarifas de serviço do Detran.
  • Boletim de Ocorrência (em caso de perda ou roubo da placa antiga): Necessário para justificar a troca.

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Pagamento das taxas

Após gerar as guias no site do Detran, você deve efetuar o pagamento nas redes bancárias credenciadas ou por meios digitais, dependendo do estado. As taxas variam conforme a categoria do veículo e o tipo de serviço solicitado. As principais taxas envolvem o custo de fabricação da placa e os serviços administrativos do Detran.

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Vistoria veicular (se necessário)

Em algumas situações, o Detran pode exigir uma vistoria do veículo antes da troca de placa, especialmente em casos de transferência de propriedade ou alteração de município.

A vistoria visa garantir que o veículo está regular e apto a circular, verificando aspectos como o estado de conservação e a numeração do chassi.

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Escolha de uma empresa credenciada

Após a autorização do Detran, você será direcionado para escolher uma empresa credenciada para a fabricação e instalação das placas Mercosul. Essas empresas são autorizadas pelo Detran e possuem a tecnologia necessária para produzir placas conforme o novo padrão. No momento da escolha, você poderá comparar preços e prazos de entrega entre as empresas autorizadas.

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Fabricação e instalação da Placa Mercosul

Uma vez escolhida a empresa, a nova placa será fabricada. O tempo de produção geralmente é rápido, podendo variar de algumas horas a poucos dias, dependendo da demanda e da empresa. Assim que a placa estiver pronta, você poderá agendar a instalação na própria empresa credenciada ou realizar a retirada e instalação por conta própria, caso isso seja permitido.

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Retire o documento atualizado (se aplicável)

Em casos de transferência de propriedade ou mudança de município, após a instalação da nova placa, você também deverá retirar o novo CRV/CRLV atualizado com os dados da placa Mercosul. Esse processo pode ser feito online ou em uma unidade do Detran, dependendo da localidade.

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Multas e penalidades

É importante lembrar que circular com placas danificadas, ilegíveis ou não realizar a troca quando obrigatória pode gerar multas e outras penalidades. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê infrações relacionadas à placa, como o uso inadequado ou ausência de identificação correta, com multas que podem variar entre leve e grave, além de pontos na carteira de habilitação.

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Preço das Placas Mercosul: quanto custa trocar?

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A troca das placas antigas pelas novas placas Mercosul envolve alguns custos que podem variar significativamente de acordo com o estado e a empresa credenciada escolhida para a fabricação e instalação. 

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Cada estado cobra uma taxa para a troca da placa, que pode variar entre R$ 50 a R$ 200. Essa taxa é cobrada pelo Detran e inclui a atualização dos registros do veículo no sistema. Além da taxa de troca de placa, pode haver uma taxa de licenciamento anual que também deve ser paga. O valor dessa taxa varia conforme o estado e o tipo de veículo.

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Em alguns estados, pode ser exigida uma taxa adicional para a vistoria veicular, caso o Detran determine que é necessária para a troca. Essa taxa varia, mas costuma ficar entre R$ 30 e R$ 100.

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O custo para a fabricação da placa Mercosul pode variar de R$ 100 a R$ 250, dependendo da empresa credenciada. Esse preço inclui a produção e, em alguns casos, a instalação da placa.

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As empresas autorizadas a fabricar e instalar as placas podem ter preços diferentes, dependendo da região e da demanda. É recomendável fazer uma pesquisa em diferentes estabelecimentos para encontrar a melhor oferta.

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Personalização 

Caso o proprietário opte por personalizar a placa com molduras ou adesivos, esse custo deve ser adicionado ao total. O preço da personalização pode variar bastante, desde R$ 20 para molduras simples até R$ 100 para adesivos especiais.

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Placas Mercosul e as regras de personalização

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As placas Mercosul foram introduzidas com um padrão específico de design e identificação, visando uniformidade e segurança no trânsito. Entretanto, a personalização das placas é um tema recorrente entre os proprietários de veículos, que desejam conferir um toque pessoal ao seu automóvel. 

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Para garantir a integridade e a legibilidade das placas, a legislação estabelece regras claras sobre o que pode e o que não pode ser alterado:

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Uso de molduras e adesivos

Os proprietários podem utilizar molduras em torno das placas, desde que estas não cubram as informações essenciais, como o número da placa, o nome do país ou outros elementos de identificação.

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O uso de adesivos que não obstruam a leitura dos dados da placa é permitido, mas devem ser de material refletivo e de boa qualidade para não prejudicar a visibilidade, especialmente à noite. Os adesivos que indicam a categoria do veículo, como “taxi”, “aprendiz” ou “deficiente”, são exemplos de personalização autorizada.

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Decoração da Placa

É permitido incluir elementos gráficos, como um pequeno símbolo ou logotipo que não interfira nas informações da placa, desde que respeite as normas de visibilidade e legibilidade.

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Embora a cor base da placa deva ser branca, pequenas alterações nas bordas ou na moldura (como cores que combinem com a estética do veículo) podem ser aceitas, desde que não comprometam a identificação da placa.

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O que não pode ser alterado

Mudanças no design padrão: não é permitido alterar o design padrão da placa, como mudar a disposição dos caracteres, adicionar símbolos ou letras que não sejam parte do código de identificação.

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Alteração das cores básicas: a cor do fundo (branco) e da faixa (azul) não pode ser alterada. Placas de fundo colorido ou qualquer outra combinação que não seja a oficial não são permitidas.

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Cobertura das informações: não é permitido o uso de qualquer tipo de material ou acessório que cubra as informações essenciais da placa, como o número de identificação, o nome do estado ou a identificação do país.

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Consequências da personalização irregular

Optar por personalizações que não seguem as normas pode resultar em penalidades. Proprietários que não respeitarem as regras de personalização podem ser multados conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

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Em casos de personalização excessiva ou que comprometa a identificação da placa, a autoridade de trânsito pode determinar a retenção do veículo até que a regularização ocorra.

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Como as placas Mercosul são utilizadas também para trânsito em outros países do Mercosul, uma personalização irregular pode gerar complicações durante viagens para países vizinhos.

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Preciso de despachante para trocar a placa do veículo?

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Não é obrigatória a contratação de um despachante para a troca de placas Mercosul, mas muitas pessoas optam por esse serviço devido à praticidade e à agilidade que ele pode proporcionar. 

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Veja as vantagens de usar um despachante:

  • Facilidade nos procedimentos: o despachante pode ajudar a preencher formulários e reunir toda a documentação necessária, tornando o processo mais simples.
  • Conhecimento das normas: eles costumam ter conhecimento atualizado sobre as normas do Detran e podem evitar erros que poderiam atrasar a troca.
  • Agendamento e vistoria: um despachante pode cuidar do agendamento da vistoria e garantir que tudo seja feito dentro dos prazos legais.

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Para facilitar sua vida, confira nossas listas de despachantes por estados e cidades:

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October 2, 2024
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